Sábado, Janeiro 31, 2009

RODOLPHO AMOÊDO - " D.Pedro II,Imperador do Brazil"







RODOLPHO AMOÊDO - (1857 - 1941).



" D.Pedro II,Imperador do Brazil "

045 por 0,34 cm.

amid - R.Amoêdo.

Coleção Particular do Rio de Janeiro.









RODOLPHO AMOÊDO

(
Rio de Janeiro, RJ, 1857 - Idem, 1941)








Nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 11 de dezembro de 1857. Em 1873 iniciou seus estudos artísticos no Liceu de Artes e Ofícios; em 1874 matriculou-se na Imperial Academia de Belas Artes onde foi discípulo de
Victor Meirelles,Agostinho da Mota,Zeferino da Costa.

Em outubro de 1878 obteve o prémio de viagem em concurso,
partindo para Paris em 1879.
Matriculou-se na Ecole Nationale et Speciale des Beaux Arts em 1880, sendo discípulo de Alexandre Cabanal e Puvis de Chavannes.
Em 1887 regressou ao Rio de Janeiro, onde após uma exposição geral de seus deveres de pensionista, foi, por unanimidade, eleito membro honorário da Imperial Academia de Belas Artes, sendo, em seguida, nomeado professor interino de Pintura histórica na ausência do respectivo catedrático, Vitor Meireles de Lima. Em dezembro de 1890 foi nomeado, por decreto do Governo Provisório, Professor efetivo de Pintura da Escola Nacional de Belas Artes,.


Exerceu o cargo de Vice-Diretor em exercício de Diretor, de 1893 a 1894; em 1896, em 1899. - Deixou a Escola Nacional de Belas-Artes em 1905. - Membro do extinto Conselho Superior de Belas Artes, no qual funcionou várias vêzes como Secretário.
Em 1918 foi chamado de novo à Escola, na qualidade de contratado por 5 anos, sendo depois recontratado e depois interino.

Quinta-feira, Janeiro 29, 2009

OBJETOS IMPERIAIS BRASILEIROS

Fivela em metal nobre - Guarda Imperial - D.Pedro II





Aplique da Guarda Imperial - D.Pedro II




CÉSAR FORMENTI - Estudo para Vitral RJ.



Alexandre César Formenti (1874-1944).
Raro e invulgar estudo para vitral religioso brasileiro.
Alegoria de São Sebastião do Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro - Coleção Particular.
nota do editor:
"No ínicio do século passado, o imigrante italiano, César Alexandre Formenti abriu um atelier no Rio de Janeiro, criando vitrais para importantes igrejas da cidade."

LOUÇA e CRISTAIS DA ARISTOCRACIA NO BRASIL IMPERIAL

Estamos em contato permanente com os
mais importantes Colecionadores de:
Louças,Porcelanas,Cristais,Objetos,Pratas,Metais,Jóias,
Comendas,Roupas,Livros,Documentos,Fotografias,Estampas,
Botões,Espadas,Facas,Relógios,Móveis,Tapetes,
Gravuras,Esculturas,Pinturas,Desenhos,etc.
que sejam do Periodo Imperial Brasileiro.
Se tiver algum destes itens,envie nos um e-mail,com fotos em jpg.,
origem,breve histórico e procedências,
para podermos intermediar junto aos
colecionadores brasileiros e internacionais.

Porcelana Imperial Brasileira





Sexta-feira, Janeiro 16, 2009

Victor Frond - Brazil Imperial


T C


P II


Família Imperial








Quarta-feira, Janeiro 14, 2009

Clássicos das Belas Artes no Brasil.

J.Baptista da Costa - Paisagem do Rio Preto no Valle do Parahyba.
óleo sobre madeira - acid - Coleção Particular.


Rodolpho Amoedo - "fusin" - "Devoção" - Coleção Particular.





Uma das obras clássicas de João Baptista da Costa,retratando o Valle dos Barões do Café.


João Baptista da Costa



(Itaguaí ,Rio de Janeiro, 24 de novembro de 1865 – Rio de Janeiro, 20 de abril de 1926),



Um dos mais importantes pintor paisagista brasileiro, desenhista e professor.



Perdeu seus pais ainda criança e ficou sob a guarda dos tios, mas abdicou desse lar para morar em um orfanato chamado Asilo de Meninos Devalidos localizado num casarão na Vila Isabel, onde se submeteu a um regime rígido, inclusive tendo que usar uniforme para sustentar sua posição de orfão. No abrigo trabalhou como encadernador de livros. Participou da banda e da orquestra mostrando afinidade musical. Começou sua produção artística nesse abrigo e possuia tanto talento que os diretores do orfanato o matricularam – aos 12 anos – na Academia Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro, onde concluiu o curso depois de seis anos. Nessa instituição teve aulas de pintura com Zeferino da Costa, desenho figurado com José Maria de Medeiros e pintura histórica com Rodolfo Amoedo.

















Domingo, Dezembro 14, 2008

Advogados são "Doutores" por D.Pedro I,a partir de 1827.

O título de doutor foi concedido aos advogados por Dom Pedro I, em 1827. Título este que não se confunde com o estabelecido pela Lei nº 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação), aferido e concedido pelas Universidades aos acadêmicos em geral. A Lei de diretrizes e bases da educação traça as normas que regem a avaliação de teses acadêmicas. Tese, proposições de idéias, que se expõe, que se sustenta oralmente, e ainda inédita, pessoal e intransferível. Assim, para uma pessoa com nível universitário ser considerada doutora, deverá elaborar e defender, dentro das regras acadêmicas e monográficas, no mínimo uma tese, inédita. Provar, expondo, o que pensa. A Lei do Império de 11 de agosto de 1827: “ cria dois cursos de Ciências Jurídicas e Sociais; introduz regulamento, estatuto para o curso jurídico; dispõe sobre o título (grau) de doutor para o advogado”. A referida Lei possui origem legislativa no Alvará Régio editado por D. Maria I, a Pia (A Louca), de Portugal, que outorgou o tratamento de doutor aos bacharéis em direito e exercício regular da profissão, e nos Decreto Imperial (DIM), de 1º de agosto de 1825, pelo Chefe de Governo Dom Pedro Primeiro, e o Decreto 17874A de 09 de agosto de 1827 que: “Declara feriado o dia 11 de agosto de 1827”. Data em que se comemora o centenário da criação dos cursos jurídicos no Brasil. Os referidos documentos encontram-se microfilmados e disponíveis para pesquisa na encantadora Biblioteca Nacional, localizada na Cinelândia (Av. Rio Branco) – Rio de Janeiro/RJ. A Lei 8.906 de 04 de julho de 1994, no seu artigo 87 (EOAB – Estatuto da OAB), ao revogar as disposições em contrário, não dispôs expressamente sobre a referida legislação. Revoga-la tacitamente também não o fez, uma vez que a legislação Imperial constitui pedra fundamental que criou os cursos jurídicos no país. Ademais, a referida legislação Imperial estabelece que o título de Doutor é destinado aos bacharéis em direito devidamente habilitados nos estatutos futuros. Sendo assim, basta tecnicamente para ostentar o título de Doutor, possuir o título de bacharel em direito e portar a carteira da OAB, nos termos do regulamento em vigor. O título de doutor foi outorgado pela primeira vez no século XII aos filósofos – DOUTORES SAPIENTIAE, como por exemplo, Santo Tomás de Aquino, e aos que promoviam conferências públicas, advogados e juristas, estes últimos como JUS RESPONDENDI. Na Itália o advogado recebeu pela primeira vez título como DOCTOR LEGUM, DOCTORES ÉS LOIX. Na França os advogados eram chamados de DOCTORES CANONUM ET DECRETALIUM, mais tarde DOCTORES UTRUISQUE JURIS, e assim por diante em inúmeros outros países. Pesquisa histórica creditada ao digníssimo Doutor Júlio Cardella (tribuna do Advogado, 1986, pág.05), que considera ainda que o advogado ostenta legitimamente o título antes mesmo que o médico, uma vez que este, ressalvado o seu imenso valor, somente recebeu o título por popularidade. E mais além, para àqueles que a Bíblia detém alguma relevância histórica, são os juristas, àqueles que interpretavam a Lei de Móises, no Livro da Sabedoria, considerados doutores da lei. Não obstante, o referido título não se reveste de mera benesse monárquica. O exercício da advocacia consubstancia-se essencialmente na formação de teses, na articulação de argumentos possíveis juridicamente, em concatenar idéias na defesa de interesses legítimos que sejam compatíveis com o ordenamento jurídico pátrio. Não basta, portanto, possuir formação intelectual e elaborar apenas uma tese. “Cada caso é um caso”. As teses dos advogados são levadas à público, aos tribunais, contestadas nos limites de seus fundamentos, argumentos, convencimento, e por fim julgadas à exaustão. Se confirmadas pela justiça, passam do mundo das idéias, para o mundo real, por força judicial. Não resta dúvida que a advocacia possui o teor da excelência intelectual, e por lei, os profissionais que a exercem devem ostentar a condição de doutores. É o advogado, que enquanto profissional do direito, que deve a si mesmo o questionamento interior de estar à altura de tão elevada honraria, por mérito, por capacidade e competência, se distinto e justo na condução dos interesses por Ele defendido. Posto que apreendemos no curso de direito que uma mentira muitas vezes dita aparenta verdade. Mas na sua essência será sempre mentira. Não é difícil encontrar quem menospreze a classe dos advogados, expurgando dos seus membros o título legítimo de Doutor. Mas é inerente a capacidade intelectual compreender que o ignorante fala, e só, nos domínios dos conhecimentos seus, e, portanto, não detém nenhum domínio. Apenas energia desperdiçada inutilmente! A jóia encravada no seu crânio é estéril. As razões de direito e argumentos jurídicos aduzidos, fincam convicção de que ostentar o título de doutor, para o advogado é um direito, e não uma mera benevolência. Tal raciocínio nos conduz a conclusão de que o título acadêmico e o título dado à classe advocatícia não se confundem, possuem natureza diversa. E sustentar qualquer um dos dois é sem dúvida um ato de imensa coragem e determinação. Exige do ser humano o mínimo de capacidade intelectual em concatenar idéias, assimilar conhecimentos, fatos e atos, correlacionar, verbalizar, o todo, a parte... etc. Melhor ir além...e no caso do advogado, sem dúvida, exige mais... independência de caráter, isenção, continuidade, credibilidade, responsabilidade. Aos doutores advogados por tanto e tanto, deve-se, seguramente, elevada estima e grande consideração, por entregarem suas vidas profissionais à resolução de conflitos de interesses, dando muitas vezes a casos insolúveis, admirável solução.

Carmen Leonardo do Vale Poubel
Advogada em Cachoeiro de Itapemirim
– ES. BRASIL.
E-mail: cleo@yahoo.com
Segundo link original :

Quarta-feira, Março 12, 2008

BRASIL POSTAL



Um dos primeiros Postais Brasileiros que se conhece.

Final do século XIX,aquarelado a mão.Typografado na

Inglaterra,com texto em Portugues.


Coleção Particular Rio de Janeiro



Sábado, Março 08, 2008

Tributo a Dom Pedro II




















Quinta-feira, Fevereiro 28, 2008

Raro grupo de Gravuras Originais Aquareladas à mão

Raro e Invulgar Grupo de Gravuras Originais,aquareladas
a mão,de diversos autores viajantes .Todas com temas brasileiros.
Coleção Particular

















































Quarta-feira, Fevereiro 27, 2008

SERRA DE ITAMBÉ - GRAVURA à BURIL

Serra de Itambé





Medalha Comemorativa em Prata - D.PEDRO II


Medalha Comemorativa D.Pedro II
Casa da Moeda do Brasil - prata 800





Sábado, Janeiro 19, 2008

PRIMEIROS SONS DO HINO DA INDEPENDÊNCIA


"Os primeiros sons do Hino da Independência"
(1922), de AUGUSTO BRACET, pertencente ao acervo do Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, RJ.

A imagem reproduz uma rara publicação de época em homenagem a importante obra da pintura brasileira celebrando o Periodo Imperial Brasileiro,realizada por Augusto Bracet,e exposta no Salão de 1922..Foram executados pouquissímas publicações deste postal de tamanho médio,com autorização oficial.Por isto ser esta peça,muito procurada e tão cobiçado,pelos colecionadores.Acredita se,que este raro exemplar,seja o único neste estado de conservação.Uma verdadeira preciosidade,integrante desta importante Coleção Particular de Obras e Documentos Imperiais Brasileiro,no Estado do Rio de Janeiro.

Segunda-feira, Dezembro 10, 2007

DOM PEDRO II

Dom Pedro II, Imperador do Brasil ou como foi batizado:
Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bebiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga
(1825 - 1891)

DOM PEDRO II

Dom Pedro II










Flamula Imperial D.Pedro II





Coroa Imperial Brasileira














Segunda-feira, Dezembro 03, 2007

EMPRÉTIMOS para EXPOSIÇÃO.

Comunico aos internautas que enviaram e-mails,que as obras aqui mostradas,pertencem a vários colecionadores diferentes,e sendo assim cada um deles,tem seu critério particular,quanto aos empréstimos para exposição.
No entanto,deixo claro,que todos os pedidos feitos,são repassados por mim,a cada um deles,e a respostas fica a cargo,dos próprios proprietários.

Comunico também,que a maioria das peças e obras,se encontram em Coleções Particulares,sediadas no Estado do Rio de Janeiro - Brasil,as quais tenho livre acesso.Qualquer dúvida,envie me um e-mail.

Muito Obrigado,pela compreensão.

Quinta-feira, Abril 26, 2007

RELÓGIO DO CAFÉ BRASILEIRO

DETALHES
DO
RELÓGIO DO CAFÉ BRASILEIRO



Caixa em madeira de Lei policromada , com pintura na técnica de "bolo armênio"

de folhas,ramos e frutos de Café.



Mostrador em Porcelana de Sévres,circundado com ramos de Café,

ao Centro às Armas do Império Brasileiro,à Ouro,

Apoiado por moldura em finíssimo bronze "ormolu",que apresenta Cena Galante,

de casal de fidalgos enamorando se,

em meio de uma Plantação de Café.

A porta do Relógio traz alegorias de bordados e florões à ouro

sobre o vidro executado à mão,

observando se ainda imperfeições nos vidros,

pois os mesmos foram executados artesanalmente,

em forma de madeira,como era próprio e comum na época.




Pendulo em Porcelana Francesa Imperial de Sévres,

com as Armas do Império Brasileiro,do Periodo Cafeeiro,escrito em baixo (Império)

circundado de folhas e frutos do Café e arcos dourados em Ouro Brunido.

Abaixo possui ûm grande ramalhete floral,pintado na técnica de "bolo armênio",

acima das Armas Imperiais Brasileiras em brasão de Bronze Dourado.





Par de Pesos,em Ferro Forget Francês de época,amarrados com
cordoalmento de fibra natural.
Nas laterais da Caixa do Relógio de Chão,apresentam se dois brasões em bronzes dourados,
com as Armas do Imperio Brasileiro.
Dom Pedro II.

Atendendo a pedidos de vários museólogos,interessados e pesquisadores do
IMPÉRIO BRASILEIRO, e do Periodo Cafeeiro do Brasil Imperial,
disponibiliza se estas fotos,com detalhes deste maravilhoso exemplar
da relojoaria francesa do século XIX,
o Relógio do Café Brasileiro.
O único Relógio de Chão Imperial Brasileiro Dom Pedro II,produzido exclusivamente para o Periodo Cafeeiro do Vale do Parahyba no Brasil Imperial.
Existe um outro exemplar,em diferente versão,não semelhante,
de um relógio,também dito imperial, que na verdade é monárquico,pois é
Dom João VI ,executado no final do séc. XVIII.
Este aqui retratado,teria sido executado,
nos primeiros anos do início do século XIX.
Ambos possuem à mesma,máquina francesa,"Contoise",
comum aos importantes relógios da época.
São peças distintas,
de Coleções diferentes,que dignificam épocas históricas diferentes.
Tanto um,quanto o outro,são únicos,na representatividade,
da monaquia e do imperio brasileiro.
Ambos são peças de muita importância histórica e de rara beleza.
E são preservadas em suas coleções,em extraordinário estado de conservação.
Tanto o relógio Pedro II como o D.João,são originários das Fazendas Cafeeiras Imperiais,do Valle do Parayba - no Brasil Imperial,onde ocorreu o Ciclo do Café Brasileiro.
E particularmente,ambos relógios encontram se atualmente
em Coleções Privadas,
no Estado do Rio de Janeiro,Brasil.
Mas uma vez,informo que:
o Relógio do Café Brasileiro,
não encontra se à venda.
No entanto a atual Coleção Imperial,proprietária,
sempre se dispóe,a estudar qualquer pedido para :
pesquisas,estudos,publicações,e exposição temporária do
Relógio do Café Brasileiro Imperial Dom Pedro II,
em favor de instituições públicas e instituições particulares,que objetivam à promoção,comemoração,celebração,divulgação,
e mesmo estudos e pesquisas acadêmicas,
do periodo cafeeiro,da História do Café Brasileiro,
da Politica Cultural do Brasil,da França e de Portugal.
Maiores detalhes poderão ser obtidos na própria
Art Page do Relógio do Café Brasileiro
no link abaixo:












































Terça-feira, Novembro 21, 2006

Jose Teophilo de Jesus - Sao Francisco Mulato

Jose Teophilo de Jesus
"Sao Francisco Mulato" - ost- Brasil sec.XVIII












Jose Teophilo de Jesus
















Rarissimo trabalho a oleo do Grande Mestre do Barroco Brasileiro, JOSE TEOPHILO DE JESUS,retratando a imaginaria de Sao Francisco de Assis,que por visao propria do artista,


o coloca como ' Sao Francisco Mulato",BAHIA,seculo XVIII-Brasil.


Esta obra de dimensoes pequenas,talvez seja um dos raros trabalhos do artista.Na maioria das vezes Teophilo de Jesus,so realizava grandes paineis.Este trabalho procedente de uma Capela Fazenda do interior da Bahia,torna se rara em varios aspectos:


Pelo tamanho;por seu estado de conservacao impar;pela tematica de um Santo com Honras de Altar,em pleno seculo XVIII,com caracteristicas negras;pela sua rica moldura de epoca.


Por certeza um dos maiores Patrimonios da Arte Brasileira do seculo XVIII,pertencente a uma Colecao Privada existente no Brasil.

Sábado, Novembro 04, 2006

Manuel Lopes Rodrigues - " Sacristia" - o.s.t.



Manuel Lopes Rodrigues - "Sacristia " - Sec.XIX
Oleo sobre tela - assinado no canto inferior esquerdo
Aluno da Academia da Bahia, onde nasceu a 31 de dezembro de 1860.

Discípulo de João Francisco Lopes Rodrigues, seu pai, e de Miguel Cañisares.
Veio para o Rio em 1882. Artista muitas vezes premiado. Foi pensionista do Imperador,
na Academia Imperial de Belas Artes.
Exemplar de Colecao Particular Rio de Janeiro
Brasil



Relogio Imperial Pedro II Sec.XIX


RELOGIO IMPERIAL P II














































Relogio Imperial de Chao Pedro II
Maquina francesa - Comtoise



Rarissimo Relogio Imperial de chao, Pedro II, remanescente de Fazenda Imperial da Cultura Cafeeira,no Vale do Parayba.Brazil.Maquina Francesa,Comtoise,encomendada especialmente,para o Imperio Brasileiro.Traz as Armas imperias,gravadas a ouro,no mostrador de porcelana francesa,assim com o "rendilhado" pintado a mao,de flores, folhas e frutos do Cafe,em toda sua borda.Mecanismo,Pendulo,Pesos,e Haste,originais de epoca,em perfeito estado de conservacao e funcionando.


Pendulo em Porcelana Francesa,pintado com a mesma alegoria do mostrador,rodeado de pintura a ouro,com o brasao imperial das armas do imperio,com a inscricao"IMPERIO".Caixa em madeira brasileira,como era de costume,na epoca,executada e policromada com as cores imperiais,verde, rubro e dourado,com aplicacoes de pinturas em temas florais.

Frontespicio do mostrador em bronze banhado a ouro,destacando casal em cena galante,rodeado de grande jardim,com varios tipos de flores, especialmente disponibilizado pelo fabricante frances da maquina Comtoise para este relogio.


Os vidros em cristal das portas da caixa do relogio,sao originais de epoca.Apresentando pequenas imperfeicoes peculiares,caracteristicas da confeccao artezanal, em formas de madeira.Especialmente o vidro em cristal,da porta da guarda do pendulo,traz arremate de moldura elegante em estilo neo classico , pirogravada a ouro.


Nas parte frontal da base,da caixa em madeira do relogio,apresenta composicao floral,executada a mao,nas formas sugeridas pelo fabricante frances da maquina.Assim se percebe,pela grande semelhanca,da pintura feita aqui,com as das caixas,executadas na europa,na mesma epoca.



Na parte frontal da base e nas laterias,apresentam apliques das Armas Imperiais, em bronze,possivelmente fundido em areia,com patina caracteristica de epoca, levemente azinavrada e oxidada.




Raro exemplar adquirido em Leilao Publico,a mais de 15 anos,com todas as garantias,
legais de procedencia.

Este relogio fez parte de espolio,dos Herdeiros do Barao de Vassouras - Rio de Janeiro,
Brasil.


Magnifico e Importantissimo exemplar,faz parte desta Colecao Imperial Particular , no
Estado do Rio de Janeiro. Brasil.

Sábado, Outubro 28, 2006

D PEDRO II


A Lei Aurea




Coroa Imperial e Alfinetes




D PEDRO II


Sábado, Outubro 21, 2006

Princesa Isabel - Historico

Às 6:26 horas da tarde do dia 29 de julho de 1846 nascia a Princesa Isabel. segunda filha do Imperador D.Pedro II, assistida pelo Dr. Cândido Borges Monteiro, no Paço de São Cristóvão, Rio de Janeiro. Batizada na capela Imperial no dia 15 de novembro daquele ano pelo Bispo Capelão-Mor. Conde de Irajá. recebeu o pomposo nome Isabel Cristina Leopoldina Augusta. Isabel, por causa da avó materna, Rainha de Nápoles; Cristina, que lembraria sua mãe, a Imperatriz Dona Tereza Cristina; Leopoldina. em homenagem a sua avó paterna, a primeira Imperatriz do Brasil e Augusta como premonição do futuro que a aguardava. A esses nomes acrescentaram-lhe os tradicionais dos príncipes de Bragança: Micaela, Gabriela, Rafaela Gonsaga.
Com a morte de seu irmão mais velho, o Príncipe Dom Afonso, tornava-se, aos onze meses de idade, herdeira do trono e sucessora de seu pai. Neste mesmo ano de 1847 nasceria a 13 de julho a sua companheira de toda a mocidade, a Princesa Leopoldina, sua irmã.
Em 1848 nasceu o seu segundo irmão varão, o Príncipe Dom Pedro, que veio a falecer dois anos depois. Para herdar o trono fundado por Dom Pedro I , restava uma frágil princesa de quatro anos de idade que seria, daí em diante, a Princesa Imperial. O reconhecido oficial como sucessora de seu pai teve lugar a 10 de agosto de 1850 , quando a Assembléia-Geral, reunida no Paço do Senado às 11 horas da manhã, proclamou-a Herdeira do Trono na forma dos Artigos 116 e 117 da Constituição do 1mpério.
A 29 de julho de 1860 completava D. Isabel seus 14 anos e, de acordo com o Artigo 106 da Constituição, deveria prestar o juramento por esta determinado de "manter a religião católica apostólica a romana, observar a Constituição política da nação brasileira e ser obediente às leis e ao imperador.
A fim de prepará-la para o papei que lhe estava reservado, começou Dom Pedro II a preocupar-se com a formação da futura Imperatriz. Desde cedo, porém. o Imperador iniciou entendimentos para dar às filhas uma preceptora. Por indicação da Princesa de Joinville a escolhida foi D. Luisa Margarida Portugal de Barros, filha do diplomata Domingo Borges de Barros. Visconde de Pedra Branca. casada com o fidalgo francês Visconde de Barrai. A futura Condessa de Barral iniciou suas funções em setembro de 1865.
Para a instrução da Princesa Isabel e da sua irmã diversos mestres foram então designados. Lendo seus programas de estudo, tão repletos de aulas e obrigações, pode-se imaginar que a Princesa Isabel teve uma infância diferente das crianças de seu tempo. Contudo, teve certamente suas horas de brincadeiras, principalmente em Petrópolis. onde em seu diário ela diz: "Petrópolis, residência de verão, residência deliciosa: jardins floridos canais cortando a cidade... "ou ainda mais adiante "Eu fui de Petrópolis a pé até a cascata de Tamarati A mana andou tão pouco a cavalo. " Em São Cristóvão, para amenizar o ambiente tão carregado de estudos e deveres, pequenas peças teatrais eram levadas à cena e as princesas desempenhavam os principais papéis na companhia dos amigos de infância.
Em todos os tempos e lugares os casamentos de príncipes são motivo para as mais desencontradas opiniões e comentários. Era natural que o governo e o povo dessem a maior importância ao casamento da Princesa Isabel, dedicando-lhe toda a atenção. Cabia ao ministério movimentar a máquina diplomática para localizar um Principe Consorte. Depois de enorme correspondência trocada com a nobreza européia é a própria Princesa quem escolhe o seu Príncipe, Luís Gastão de Orléans, o Conde d’Eu. Em 18 de setembro de 1864 o príncipe francês pede a mão da herdeira do Império do Brasil. O casamento teve lugar na Capela Imperial, no Rio de Janeiro, a 15 de outubro daquele ano. No mesmo dia os noivos partem para a lua de mel em Petrópolis, e em 10 de janeiro de 1865 seguem viagem para a Europa onde a Princesa conheceu então os pais de seu marido.
Com o fim da Guerra do Paraguai o casal faz nova viagem à Europa. desta vez para visitar a Princesa Leopoldina que se encontrava doente. Sofrendo de tifo, a única irmã da Princesa Isabel veio a falecer em 7 de fevereiro de 1871. Neste mesmo ano. D. Pedro II faz sua primeira viagem à Europa. Deixando, pela primeira vez, a Princesa Isabel como Regente do Império. Neste interim, é assinada a 28 de setembro a Lei do Ventre Livre.
A ausência de filhos do casal preocupava a todos. Engravidara a Princesa durante a sua terceira viagem à Europa. mas somente no 6 mês de gravidez ponderou sobre a dificuldade de retornar ao Brasil para que aqui nascesse o seu herdeiro. como regia o Contrato Matrimonial. Embarcando dois meses depois, após uma viagem penosa, nascia-lhe morta uma menina aos 28 de julho de 1874, no Paço Isabel. Finalmente em 15 de outubro de 1875, quando comemoravam onze anos de casados, nascia no Palácio Princesa Isabel, em Petrópolis, o herdeiro, recebendo o nome de Pedro de Alcântara, e o título de Grão-Pará, que competia ao primogênito do Príncipe Imperial. No Palácio Imperial de Petrópolis, em 26 de janeiro de 1878, nascia o segundo filho da Princesa, Dom Luís Maria e a 9 de agosto de 1881, em função de uma demorada viagem à Europa, nascia o terceiro filho, Dom Antônio, no Palácio alugado da Rua de La Faisanderie, 27, Passy, Paris.
A 30 de junho de 1887. com a partida do Imperador para a Europa, em tratamento de saúde. começava a 3a Regência e a 3ra fase política da vida da Princesa. A escravidão estava de tal maneira presente na vida do Império que várias tentativas visando aboli-la acabavam esbarrando no conservadorismo dos fazendeiros e proprietários, mesmo entre os liberais. As relações entre a Regente e o Ministério de Cotegipe eram tensas, embora aparentassem ser cordiais, Enquanto a Princesa aliava-se ao movimento popular, o Ministério de Cotegipe defendia a manutenção da escravidão. Aproveitando-se da oportunidade oferecida por um incidente de rua, a Princesa substitui o Gabinete. O novo ministério. conhecido como o Gabinete da Abolição, tinha a frente o Conselheiro João Alfredo, a quem a Princesa sugeriu na Fala do Trono que se fizesse o quanto antes a abolição da escravatura.
A 13 de maio, um domingo, seriam as últimas votações e a Princesa. certa da vitória, descia de Petrópolis para aguardar no Paço da Cidade o momento de assinar a Lei Aurea. Na euforia e no entusiasmo pelo seu dia de glória, só ouvia a Princesa os louvores e os aplausos - Viva Isabel I. Coroando a atitude da "Redentora" faltava a henção da Igreja, com a Rosa de Ouro. concedida à Princesa pelo Papa Leão XIII, em 28 de setembro de 1888.
Com a Proclamação da República, embarca a Família Imperial para o exílio na Europa. A velhice transcorreu tranquila e calma para a Princesa Isabel. Rodeada do marido - que amava e que a amava - e dos filhos (dois dos quais levados pelas conseqüências da Primeira Guerra Mundial) e por seus netos, que passaram a constituir o seu encantamento. Nos últimos anos, com dificuldade para se locomover, era empurrada numa grande cadeira de rodas pelos corredores e salões do castelo d’Eu, e a 14 de novembro de 1921, fechava para sempre "aqueles Olhos cheios de lembranças do Brasil".

Maria Antonieta Ahrcu da Silva Chefe do Setor de MuseoIogia do Museu Imperial de Petrópolis (Texto baseado na obra dc Luii Lourenço Lacombe. Isabel: A Princesa Redentora)

Magnifico e Rarissimo Relogio Fico



Magnifico e Rarissimo Relogio de Bolso do Fico em Prata de Lei
com as inscricoes
Sete de Setembro
25 de Marco 1825 - 13 de Maio de 1888
15 de Novembro de 1889 - 24 de Fevereiro de 1891
Independencia ou Morte
Com as Armas da Bandeira da Republica em relevo no mostrador.
na contra tampa
Gloria aos Fundadores da Independencia - Jose Bonifacio
e
A esfinge do Patriarca da Independencia.
e
Com uma unica moeda feita em Prata de Lei
Cunhada pelo Artista ,com a mesma alegoria do relogio.
frente e verso.
Acondicionados em rico e luxuoso estojo em Pau Santo (Jacaranda).
Sem duvida alguma o mais primoroso e importante exemplar
da serie.Pois o proprio Artista oferece a um Adido Cultural da Epoca que
vivia no exterior.
Exemplar Pertencente a Importante Colecao Imperial Particular
no Rio de Janeiro - Brasil.

Armas Imperias




Imperio Brasileiro


Imperial Brasileiro






IMPERIAL BRASILEIRO





Espatulas em Prata - Imperio Brasileiro


Espatula em Prata Portuguesa sec XIX


Espatula em Prata Portuguesa
com as
Armas Imperiais do Brasil
Pertencente a Importante Colecao Imperial Particular
Rio de Janeiro - Brasil

Conde de Ipanema


contrastes de prata inglesa



interior em "vermeil"


Conde de Ipanema

Rara Caixa para Sais em Prata Inglesa do seculo XIX
Pertencente a Importante Colecao Imperial Particular
Rio de Janeiro - Brasil

Domingo, Outubro 15, 2006

Rara Gravura Imperial Original Fr Arrabida






Depois da mudança da família real para o Brasil, em 1807, frei Antônio de Arrábida tornou-se seu principal preceptor de D.Pedro I. Rarissima Gravura do Frei de Arrabida,realizada pelo Grande Mestre da Pintura Brasileira MODESTO BROCCOS.

Raras Gravuras Imperiais Originais - Pedro II


Don Pedro II de Braganza
Emperador del Brasil
Imp.Lemercier & Cia - Paris
(rarissima por nao haver registro de publicacao espanhola sobre a vida
de D.Pedro II)
Pertencente a Importante Colecao Imperial Particular
Rio de Janeiro - Brasil






S. M. DOM PEDRO II .
Empereur du Bresil
Imp.Ch.Chardon aine5, rue Hautefeuille.Paris

Pertencente a Importante Colecao Imperial Particular

Rio de Janeiro - Brasil

Importantes Obras de Arte Imperiais


Raro desenho da Princesa Isabel,realizado pelo Grande Mestre da Pintura Brasileira RODOLPHO AMOEDO.













Raro Desenho de D.Pedro II ,realizado pelo Grande Mestre da Pintura Brasileira
PEDRO AMERICO.



Sábado, Outubro 14, 2006

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Quarta-feira, Agosto 16, 2006

Império do Brasil








Empire of Brazil, 1822-1889


IMPERIO DO BRAZIL, 1822 - 1889

Raro Acervo Particular localizado no Estado do Rio de Janeiro,com reliquias importantes do Imperio Brasileiro,e outras imagens e assuntos relevantes ao periodo.
na visao e comentarios
do avaliadordearte - Dr.Ricardo Barradas.
Rio de Janeiro - Brasil

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